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domingo, 18 de junho de 2017

[As Lições do Amor] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa: A capa nacional (a da direita)

Porquê?
Carla: Prefiro, tal como a Joana, a capa nacional. Não só gosto muito mais da imagem que tem como base, como da composição e da paleta de cores escolhida para o lettering.

Joana: Prefiro a capa portuguesa. O enquadramento tanto do título como do nome da autora parece-me melhor e gosto das cores e da imagem usada, é romântica sem ser demasiado óbvia.


E vocês, qual a vossa favorita?

sexta-feira, 16 de junho de 2017

[Livro] Shadow Spell, de Nora Roberts

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Título em Português:--
Série: Os Primos O’Dwyer #2
Autor(a): Nora Roberts
Editora: --
Páginas: --
Data de Publicação: --

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Sinopse:
With the legends and lore of Ireland running through his blood, falconer Connor O'Dwyer is proud to call County Mayo home. It's where his sister, Branna, lives and works, where his cousin, Iona, has found true love, and where his childhood friends form a circle that can't be broken....
A circle that is about to be stretched out of shape — by a long-awaited kiss.
Meara Quinn is Branna's best friend, a sister in all but blood. Her and Connor's paths cross almost daily, as Connor takes tourists on hawk walks and Meara guides them on horseback across the lush countryside. She has the eyes of a gypsy and the body of a goddess...things Connor has always taken for granted — until his brush with death propels them into a quick, hot tangle.
Plenty of women have found their way to Connor's bed, but none to his heart until now. Frustratingly, Meara is okay with just the heat, afraid to lose herself — and their friendship — to something more. But soon, Connor will see the full force and fury of what runs in his blood. And he will need his family and friends around him when his past rolls in like the fog, threatening an end to all he loves....?


Opinião:
Começo por dizer que gostei menos deste livro que do primeiro – mas gostei dele na mesma.

O que me ficou a faltar neste livro foi o romance de Connor e Meara – pareceu-me um pouco fraco. Gostei das viagens aos antepassados e de toda a magia, mas o romance ficou um pouco aquém. Talvez porque para mim eles estavam melhores como personagens individuais e solteiros do que como casal. As amizades entre as várias personagens continuam a ser das melhores partes, assim como todo o companheirismo.

Apesar disso, foi um bom livro, que nos deixa a querer mais e me deixou ansiosa pelo terceiro livro!

terça-feira, 13 de junho de 2017

[Filme] Wonder Woman, de Patty Jenkins

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Título em Português: Mulher-Maravilha
Realização: Patty Jenkins
Argumento: Allan Heinberg (argumento), Zack Snyder (estória de)
Elenco Principal: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright
Ano: 2017 | Duração: 2h 21min
Sinopse:
Antes de ser a Mulher-Maravilha, era Diana, a princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa ilha paradisíaca protegida do mundo exterior, é quando um piloto americano que cai nas suas águas e fala sobre o enorme conflito que acontece no mundo, Diana deixa a sua casa, convencida que pode parar essa ameaça. A combater ao lado de homens numa guerra para acabar todas as guerras, Diana irá descobrir a capacidade máxima dos seus poderes… e o seu verdadeiro destino.

Opinião:
Eu nem sei se vou ser capaz de passar para palavras o que senti ao ver Wonder Woman. Eu estava tão ansiosa por ansiosa por este filme, mas ao mesmo tempo tão receosa que o filme não fosse capaz de estar ao nível do que era preciso. Mas foi um receio em vão porque a Wonder Woman está maravilhosa (pun intended!).

É certo que o filme tem as suas falhas, não há filmes perfeitos, mas Wonder Woman atingiu as minhas espectativas, e talvez mais. Não é o primeiro filme de super-heróis realizado por uma mulher, mas é o primeiro realizado por uma mulher em que o filme é centrado numa mulher, e eu não poderia estar mais orgulhosa do produto final. Wonder Woman não é um filme com uma personagem feminina, mas claramente para um público masculino – nem de perto nem de longe.


Diana Prince, a nossa querida Wonder Woman, é um exemplo para todas as meninas por esse mundo fora. Forte, determinada, com o coração no sítio certo, e que não deixa de ser feminina. Fiquei tão satisfeita com a representação feminina neste filme (as Amazonas são qualquer coisa de extraordinárias) que, mesmo o filme em geral tendo os seus defeitos, fiquei tremendamente contente com ele. Assim que terminou eu só conseguia dizer que estava tão, mas tão, orgulhosa de Wonder Woman. E para mim fez com que este se tornasse no meu filme favorito de super-heróis e super-heroínas. Quero revê-lo brevemente!


sábado, 10 de junho de 2017

[Livro] Addicted to the Duke, de Bronwen Evans

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Título em Português: --
Série:Imperfect Lords #1
Autor(a): Bronwen Evans
Editora: Loveswept
Páginas: 260
Data de Publicação: 13 de Junho de 2017

Sinopse:
Alexander Sylvester Bracken, Duke of Bedford, has a mission: sail to the Mediterranean and track down Lady Hestia Cary’s missing father. It is a straightforward task, but for two rather vexing complications. First, the sea holds painful memories; second, for her own safety, Hestia is to accompany him. As Alex battles the demons of his past, he must also resist Hestia’s surprisingly skillful attempts at seduction. After all, Alex has sworn to leave her untouched, and he intends to honour that vow—until he can properly ask the Earl’s blessing.
Ever since His Grace rescued Hestia from the arms of a Turkish pirate six long years ago, her heart has belonged to Alex. So when he agrees to help find her father, Hestia is thrilled. Although Alex tries to hide it, there’s passion in his eyes—and a frisson of desire in the air—whenever they meet. On board ship, miles from home, Alex won’t be able to deny her any longer. But with scoundrels lying in wait, she may not live to tell the tale of her conquest.
~ Recebemos este eARC através do NetGalley, em troca desta opinião honesta. Obrigada! ~


Opinião:
Quando vi o tema que envolvia este livro pensei que seria interessante ver como a autora lidava com o problema do vício do ópio e láudano há uns séculos atrás. E devo dizer que não foi mal apresentado, apesar de ter tido alguns problemas para mim.

Alex Bracken esteve dois anos preso em cativeiro nas mãos de um pirata turco que o fez tomar ópio e depender deste. Quando finalmente conseguiu escapar, obviamente que teve uma luta difícil para largar o vício e essa luta continuava diariamente. Mas mesmo tendo largado o ópio, os pesadelos de tudo o que lhe tinha acontecido durante aqueles dois anos continuava a assombrá-lo e por isso Alex começou a tomar uma gota ocasional de láudano para o ajudar a dormir – o que poderia criar uma nova dependência (apesar de na altura não o láudano não ser visto como uma substância viciante).

Alex escapou com a ajuda do pai de Hestia e, por isso, devia-lhe a vida. Quando este lhe pede ajuda para salvar a filha do mesmo pirata que o tinha raptado, Alex não hesita e volta ao local que mais odeia e salva-a. Na altura, a jovem de 15 anos desenvolve uma paixoneta por Alex, por ele a ter salvo, e vê-o apenas como um herói. Alex começa a gostar dela mas o pai da jovem não aprova a união.

Anos depois Hestia recorre a Alex quando pensa que estão a tentar enganá-la ao dizerem que o seu pai morreu e este, com ela, volta novamente às ilhas gregas, onde o pirata turco dos seus pesadelos se encontra. Durante esta viagem, Hestia percebe que Alex não é só aquela visão apaixonada que ela tinha de menina, mas um homem com problemas e que continua a ser assombrado diariamente. Mas isso não a afasta, pelo contrário. Apesar dos meus elogios à força destas personagens, sinceramente não foram das minhas favoritas. Achei Hestia um pouco irritante e Alex... bem, não sei. Estava constantemente a ser relembrada de todos os efeitos que o ópio tinha e ao fim de uns capítulos já podia dizer de cor aquilo que autora ia repetir sobre esse vício. Claro que a luta é constante e dura, mas a história podia mostrar isso sem serem só diálogos internos.

O pai de Hestia é egoísta e não presta atenção à filha, deixando-a sozinha com a tia meses e meses enquanto se aventurava nas ilhas gregas. Além de que não trata Alex da melhor maneira.

Foi um livro diferente do habitual, mas acho que não resultou para mim.


quinta-feira, 8 de junho de 2017

#GuestPost [Livro] Orgulho e Preconceito, de Jane Austen (por Tânia Gonçalves)


É altura do #GuestPost do mês! Desta vez, a nossa convidada é a Tânia Gonçalves. Como vocês sabem, nós críamos um grupo no Goodreads, o Leituras do Pepita Mágica e temos tido todos os meses um desafio de leitura conjunta de um livro votado entre os membros do grupo. Em Maio, foi escolhido o livro Orgulho e Preconceito, da Jane Austen, e depois da sua leitura falámos com a Tânia, e ela aceitou fazer a sua crítica do livro para o nosso blog. Obrigada por te juntares a nós, Tânia!

E agora, com os devidos créditos, aqui fica a crítica da nossa convidada, Tânia Gonçalves, no Pepita Mágica!



Título em Português: Orgulho e Preconceito
Série: --
Autor(a): Jane Austen
Editora: Civilização Editora
Páginas: 359
Data de Publicação: 28 de Janeiro de 1813

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Sinopse:
Uma clássica história de amor e mal-entendidos que se desenrola em finais do século XVIII e retrata de forma acutilante o mundo da pequena burguesia inglesa desse tempo. Um mundo espartilhado por preconceitos de classe, interesses mesquinhos e vaidades sociais, mas que, no romance, acabam por ceder lugar a valores mais nobres: o amor.

As cinco irmãs Bennet, Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty, foram criadas por uma mãe cujo único objetivo na vida é encontrar maridos que assegurem o futuro das filhas. Mas Elizabeth, inteligente e sagaz, está decidida a ter uma vida diferente da que lhe foi destinada. Quando Mr. Bingley, um jovem solteiro rico, se muda para uma mansão vizinha, as Bennet entram em alvoroço…

Opinião:
Assim que iniciei a leitura a primeira conclusão a que cheguei foi a importância do sobrenome e da condição financeira. O principal objectivo das mães era casar as suas preciosas filhas com algum homem rico. As próprias raparigas eram levadas a acreditar que a única perspectiva de futuro seria o casamento com um bom rapaz (quanto mais rico melhor). A autora retrata e crítica o modo de pensar e viver numa sociedade inglesa de uma época machista e conservadora.

Uma das personagens que quer ver as suas filhas casadas a todo o custo é a Sra. Bennet, uma mulher fútil, enquanto que o Sr. Bennet não dá importância ao que a esposa fala e é um pouco mais realista. Tanto a Sra. Bennet como as filhas mais novas Kitty e Lydia são superficiais, expõem-se ao ridículo várias vezes e só pensam nos soldados que acamparam na zona. Já Jane e Elizabeth (as filhas mais velhas) são mais recatadas e Mary apenas se interessa pelos estudos. O livro inicia com a perspectiva da chegada do Sr. Bingley, um homem solteiro e rico. A Sra. Bennet quase que começa logo a fazer os preparativos para o casamento entre Sr. Bingley e a filha Jane mesmo sabendo pouco sobre o homem. Por outro lado, apesar de, no início, a Sra. Bennet pensar que o Sr. Darcy fosse um bom partido para Elizabeth, logo rejeita a ideia devido aos modos pouco bajuladores do Sr. Darcy.

Para dizer a verdade, no início, não simpatizei com o Sr. Darcy. Dá a sensação que ele se acha demasiado importante chegando a ser frio e insensível com as outras pessoas. Mais tarde descobri que era o seu orgulho e a honestidade que lhe davam aquele ar de “sou melhor e mais importante que todos vocês”. O próprio Sr. Darcy admite que o pai o encorajou a ser egoísta, tirânico, a pensar apenas nas pessoas da família e a desprezar todos os outros. Só quando realmente conheci o Sr. Darcy e os motivos que o levam a tomar determinadas atitudes é que comecei a gostar dele e a entendê-lo.

Desde o início que gostei de Elizabeth e de Jane que são duas raparigas sensatas. Elizabeth mostra ter opiniões próprias e não se faz passar por um rapariga boba apenas para arranjar marido, é inteligente, alegre e sincera, mas tem uma tendência a julgar as pessoas pelas primeiras impressões tornando-a preconceituosa. Também houve personagens irritantes como a Sra. Bennet, as suas filhas mais nova (Lydia é a pior), as irmãs do Sr. Bingley, e Lady Catherine de Bourgh. Estas mulheres deixaram-me os cabelos em pé.

A autora aborda temas interessantes como a importância da ascendência social, o desprezo social, equívocos e julgamentos antecipados que conduzem algumas personagens ao sofrimento, ao escândalo mas também ao autoconhecimento e ao amor.

Agora compreendo porque passados tantos anos Orgulho e Preconceito continua a ser um livro amado por todos, mesmo os leitores do século XXI. Eu própria fiquei presa a cada palavra da autora totalmente fascinada pelas personagens e acontecimentos que levaram ao desfecho esperado.

domingo, 4 de junho de 2017

[Livro] Os Caminhos do Amor, de Nora Roberts

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Título em Português:Caminhos do Amor
Série: Os Primos O’Dwyer #1
Autor(a): Nora Roberts
Editora: Edições da Chá das Cinco
Páginas: 320
Data de Publicação: 14 de Julho de 2017

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Sinopse:
Iona Sheehan sempre ansiou por devoção e aceitação dos pais, mas foi só na terra da avó que recebeu os dois: Irlanda, país de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias, onde o sangue e a magia dos antepassados fluem há gerações.
Iona chega à Irlanda apenas com as indicações da avó, uma atitude otimista perante a vida e um talento inato com cavalos. Perto do castelo luxuoso onde está hospedada, encontra os seus primos, Branna e Connor O’Dwyer. E como família é família, eles convidam-na para a sua casa e para as suas vidas.
Quando Iona arranja emprego nos estábulos locais e conhece o dono, Boyle McGrath, todas as suas fantasias se reúnem num só homem. Será que com ele vai conseguir viver a vida com que sempre sonhou? Infelizmente nada é o que parece. Um mal antigo espalhou-se na sua família e tem de ser combatido. E quando família e amigos lutam entre si, será possível encontrar os caminhos do amor?


Opinião:
Já sentia saudades dos livros da Nora Roberts! É verdade que a estrutura das suas histórias é sempre semelhante, mas isso não faz com que goste menos delas. Descobri este livro e os restantes da série numa ida à biblioteca, por acaso, e foi uma óptima leitura.

Neste livro temos romance e magia, a combinação ideal. Da série de três livros, este foi o meu favorito porque me identifiquei completamente com a personagem principal. Iona é uma mulher incrível, forte e corajosa, desejosa de agradar mas sem deixar de ser ela própria, sempre pronta a ajudar e com uma sede de conhecimento fantástica, sendo também uma romântica incurável. E adora cavalos, como eu.

Iona sempre ouviu da avó as histórias de magia ligadas à sua família, com base na Irlanda. E para aqui que ela vai à procura de descobrir mais sobre si mesma. E aqui encontra amigos, família.

Há toda uma história de luta à centenas de anos como fundo para a história actual, eu não quero desenvolver muito porque é interessante ir-se aprendendo os pormenores do enredo ao longo do livro. Muito geralmente, é um feiticeiro que quer forçar uma bruxa a juntar-se a ele, utilizando todas armas ao seu alcance. Ela, como acto final para proteger a família acaba por morrer, amaldiçoando-o até que alguém da sua linhagem o consiga matar. E é aqui que Iona, Connor e Branna são importantes.

Connor e Branna são irmãos, e primos de Iona, e são eles que a acolhem e lhe ensinam a desenvolver a magia que lhe corre nas veias. Connor trabalha com falcões e num estábulo, onde arranja trabalho para Iona. Aqui ela conhece Boyle e acaba por se apaixonar por ele. É uma relação um pouco estranha no início porque ele passa o tempo a achar que vai correr mal e que eles não deviam estar juntos, mas no fim lá resolvem os seus problemas.

É um livro sobre família, amizade e companheirismo, e lê-se a uma velocidade enorme pois estamos sempre ansiosos em saber o que vai acontecer a seguir. Recomendo verdadeiramente tanto aos actuais fãs de Nora Roberts como as que estão agora a descobrir a autora- não ficarão desapontados!