sábado, 27 de agosto de 2016

[Livro] Amor em Quarto Crescente, de Sherrilyn Kenyon

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Título em Português: Amor em Quarto Crescente
Série: Dark-Hunter #17
Autor(a): Sherrilyn Kenyon
Editora: Saída de Emergência/Chá das Cinco
Páginas: 384
Data de Publicação: 22 de Julho de 2016

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Sinopse:
Fang Kattalakis não é apenas um mero lobo. É o irmão de dois dos mais poderosos membros do Omegrion: o concelho que rege as leis dos Predadores de Homens. E quando a guerra irrompe entre os licantropos, todos terão de escolher um lado e inimigos são forçados a aceitar frágeis alianças. Mas quando a mulher que Fang ama é acusada de trair o seu povo, a sua única esperança é que Fang acredite nela. Para a poder salvar, Fang terá de quebrar a lei da sua raça e virar as costas aos irmãos. Uma fratura que poderá ditar o fim de ambas as raças e mudar o mundo para sempre…


Opinião:
Que saudades dos livros da Sherrilyn Kenyon! Ainda bem que a Saída de Emergência os continua a publicar, ainda que seja com demasiado tempo entre cada um, na minha perspectiva.

Como sempre, gosto imenso da mitologia que envolve todos os livros e neste não é excepção. Gostei da história mitológica que está na base de cada personagem, bem-criada como sempre.

O universo deste livro é talvez um pouco diferente, pois trata não exactamente dos predadores da noite, apesar de eles aparecerem no livro, mas antes dos predadores do Homem. Fang é um predador do Homem que se transforma em lobo e quando ele e os seus irmãos vão ao Santuário, um bar em que todos os seres podem entrar desde que cumpram as regras básicas (que incluem, entre outras, não lutarem entre si), ele conhece Aimee, uma predadora do Homem, que é uma ursa e que é a única a transmitir a linhagem de urso da família – o que é um ponto importante no livro.

Aimee, como já estamos habituados com os livros desta autora, é uma mulher forte, corajosa, que sabe bem o que quer e está disposta a lutar por isso – e é o que eu mais gosto nela. Fang também tem muitos pontos positivos, desde a sua lealdade ao irmão que protege, à maneira como se relaciona com a Aimee e como os vemos no livro. A união destas duas personagens é das melhores partes do livro, lado a lado com a parte supernatural, que se imiscuí nesta relação e que traz ao de cima problemas com que todos nos relacionamos.

Uma série que irei continuar a ler pois continua a instigar a minha imaginação e curiosidade sobre este mundo paranormal e as suas personagens que aprendemos a gostar tanto.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

[Filme] Suicide Squad (2016), de David Ayer

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Título em Português: Esquadrão Suicida
Realização: David Ayer
Argumento: David Ayer
Elenco Principal: Will Smith, Jared Leto, Margot Robbie
Ano: 2016 | Duração: 2h 03mins
Sinopse:
Um grupo de conhecidos super-vilões é recrutado pelo governo americano com o objectivo de executar uma missão demasiado perigosa para ser entregue a super-heróis. Habituados a trabalhar por conta própria, os vilões são forçados a superar antigos conflitos e metas individuais para trabalharem em equipa. Em troca, o governo promete-lhes perdão...

Opinião:
Eu sou uma grande nerd e mesmo sendo uma Marvel Girl, qualquer tipo de filme que tente trazer heróis ou vilões para o mundo cinematográfico, eu estou lá! Sempre tive alguma curiosidade em relação a este filme, como iriam fazer e juntar este Suicide Squad no grande ecrã. Tinha altas expectativas, mas ao mesmo tempo nem por isso porque sabia que nunca iria ficar totalmente satisfeita.


Começo por dizer que sempre tive um fascínio particular pelo Joker, e o facto de este ver a ser interpretado pelo Jared Leto aumento ainda mais a minha vontade de ver este filme. Não é fácil fazer de Joker, muito menos com toda a tradição de excelentes actores que já deram vida a esta personagem, e depois da interpretação fantástica do Heath Ledger. Mas quem for ver este filme especialmente por esta personagem, vão sair terrivelmente decepcionados – e não estou a falar em termos de interpretação (irei falar disso mais à frente), mas sim de tempo em cena desta personagem. Outra razão pela qual estava curiosa por este filme era a Harley Quinn, sempre gostei imenso dela, apesar de ter uma relação conflituosa com ela. No entanto, este filme não se resume a estas duas personagens, muito pelo contrário.

Em Suicide Squad temos Amanda Waller (Viola Davis) a recrutar os maus dos maus para criar uma Task Force, que serviria para combater em nome do Governo Americano, secretamente, e que caso corresse bem, óptimo; caso corresse mal, tinham o bode expiatório perfeito. Neste filme fazem parte da Força X (sim, porque nos comics Suicide Squad não se limita a apenas estas personagens) : Deadshot (Will Smith) que acabou por ser a personagem central do enrendo; Slipknot (Adam Beach) que, na verdade, nem chega a ter grande papel neste filme; Harley Quinn (Margot Robbie) possivelmente um dos pontos mais fortes de filme; Boomerang (Jai Courtney); El Diablo (Jay Hernandez); Killer Croc (Adewale Akinnuoye-Agbaje); Katana (Karen Fukuhara), que ao contrário do restantes não é uma bad guy; e supostamente June Moone aka Enchantress (Cara Delevingne) que acabou por se tornar a vilã deste filme. Este grupo de vilões era comandado por Rick Flag (Joel Kinnaman).


Confesso que tentei saber o menos possível sobre o enredo e o papel de cada personagem na estória para me deixar envolver pela mesma, mas Suicide Squad acabou por se tornar numa espécie de catalogo de personagens. Grande parte do filme centra-se em apresentar a personagem, fazer um flashback para explicar o seu passado e o nome desta. Tenho a dizer que, por não estar a par do enredo, fiquei surpreendida por Enchantress ser a vilã deste filme. Muito sinceramente achei que esse fosse o papel de Joker, mas não. Esta última personagem tem muito pouco tempo em cena e está maioritariamente ligado à Harley Quinn. Parece-me que esta tenha sido mais uma apresentação da personagem para um futuro filme em que colocará Joker e Batman frente a frente.

Tendo em conta que o Joker tem uma presença relativamente pequena no filme não consegui criar uma opinião relativamente à forma como Leto deu vida a esta personagem. É um Joker à gangaster, nota-se aquela mente retorcida e manipuladora, mas não houve oportunidade para o ver em acção. Faltou isso e espero que venha a ser desenvolvido num futuro filme com ele (e com a Harley Quinn!). No entanto, posso dizer que, do pouco que vi, achei que o Joker de Leto pode vir a ser um excelente Joker.


Estou um pouco em conflito com o que vou escrever já de seguida. Eu gostei imenso de ver Harley Quinn e Joker juntos, no entanto, eu sei que estas relação está longe de ser #RelationshipGoals - for god’s sake, Joker manipula a Harley de forma descarada e esta desenvolve o Síndrome de Estocolmo nesta relação com o Joker, mas a dinâmica malvada das duas personagens, uma mentalidade retorcida virada para o mal é coisa que me fascina. Ponto positivo para os pequenos easter eggs deixados pelo filme (em especial o facto de que a Harley Quinn chega a aparecer com o seu fato característico e o seu martelo) tal como os pequenos cameos (um deles que não estava de todo à espera!).

A banda sonora é, sem dúvida, a melhor parte deste filme. A escolha das músicas é fantástica e a forma como ela é introduzida, e usada, no filme é estupidamente inteligente. Gostei da forma de corte de algumas cenas, mas achei a realização fraca e tem vários momentos em que os efeitos visuais são das duas uma: ou um exagero ou demasiado fracos.

Para concluir esta já longa crítica: eu gostei do filme e quero seguir o percurso de algumas personagens (que eu espero, muito sinceramente, que venha a ser repescado em futuros filmes), mas, por favor, não esperem que o filme seja incrível – porque não o é. É uma mistura de filme de acção com comédia, mas um tipo de comédia retorcido.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

[TAG] Pokemon Go

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Olá gente gira!

Hoje estamos aqui para mais uma tag, desta vez, como podem ver pela imagem, sobre Pokemon Go. Quem joga? Que equipa são? Contem-nos tudo!

Esta tag foi criada pelo blog Read at Midnight, combinando livros e Pokemons numa tag muito divertida. Não vamos taggar ninguém em particular, mas quem quiser fazer responder que se sinta taggado. Caso respondam, partilhem os vossos links connosco! :)

CARLA: Para dizer a verdade esta é uma pergunta difícil, uma vez que eu não era assim tão ligada a leituras quando era mais pequena - uma heresia, eu sei! Mas acho que Harry Potter deve ser a resposta mais correcta.
JOANA: Acho que os livros que me fizeram começar a gostar tanto de ler foram As Gémeas, da Enid Blyton (colecção da minha mãe), O Colégio das Quatro Torres, da mesma autora e também colecção da minha mãe (apesar de preferir as gémeas). Acho que a seguir foi a colecção Mistério, também da Enid Blyton, ao mesmo tempo que comecei a ler os livros d’ O Diário da Princesa, e da Patrícia, um pouco mais tarde.

CARLA: Bom, acho que ver ter que recorrer a Harry Potter novamente para esta categoria. Cresci com ele e nunca me canso de voltar a ele.
JOANA:As Gémeas. Talvez se tivesse lido Harry Potter nessa altura, ele fosse o escolhido para aqui, mas como não é o caso, é ultrapassado pelas aventuras destas irmãs num colégio interno.

CARLA: Eu não posso propriamente dizer que alguma vez tiver interesse neste livro, e confesso que só li o primeiro porque queria ter uma opinião minha, sem ser de influencia exterior. E estou obviamente a falar de 50 Shades of Grey.
JOANA: Boa pergunta… Talvez os do Crepúsculo, porque comecei a lê-los antes de começar a febre dos livros (e depois dos filmes), mas depois já não tinha interesse neles (apesar de os ter lido todos).

CARLA: Hm... não me vem nada à memória. Posso referir a saga de House of Night que parece uma mistura manhosa de Harry Potter com Twilight, mas eu não gosto... antes pelo contrário.
JOANA:O primeiro livro da série Nantucket Brides Trilogy, “Amor Verdadeiro”, Como podem ver na crítica que fiz ao livro, este é muito semelhante ao Jardim de Alfazema, mas mesmo assim eu gostei muito de o ler. Isto acontece bastante com os livros desta autora, Jude Deveraux, mas continuo a gostar deles.

CARLA: Ando há anos a dizer que quero ler o Guerra e Paz de Tolstoi, mas assim que vejo o tamanho o livro passa para a lista "depois".
JOANA:Normalmente não tenho receio de ler livros gigantes, mas tenho de admitir que a série Outlander é um pouco intimidante, tanto que tenho os livros que já foram publicados em português e só há uns meses li o primeiro, em inglês, no tablet (pesa menos), e tudo por causa da série de televisão. Irei sem dúvida ler os próximos, mas para ler em português terei de ganhar alguma coragem.

CARLA: Para ser honesta, acho que nenhum - em qualquer formas que possa ser interpretada esta categoria: nem por ser de terror (e eu leio alguns, ainda que poucos) ou por estar demasiado embrenhada nele. O meu sono leva sempre a melhor.
JOANA:Só há dois livros a incluir nesta categoria, um deles cujo nome eu não sei. Porém, nenhum deles é porque me meteu medo ou era de supense/terror/thriller. O que me lembro é o Danças na floresta, da Juliet Marillier, que por alguma razão me dava sonhos estranhos todas as noites que o lia, o que dificultava um pouco a leitura –ok, vou ser sincera: nunca cheguei a acabar o livro, mas VOU FAZÊ-LO!

CARLA: Para dizer a verdade, acho que termos literários não tenho OTPs, mas em termos de séries... ui, tantos!
JOANA: Apesar de ter gostado muito da Feyre e do Tamlin (ACOTAR), Feysand (ACOMAF)tornou-se definitivamente um OTP, muito mais que o casal inicial. Também Suze e Jesse, da série A Mediadora são um dos meus OTP favoritos.

CARLA: Sinceramente não sei o que responder a esta, mas talvez The Fault in Our Stars, visto que o li num instante e é a minha releitura anual.
JOANA:A Court of Mist and Fury (ACOMAF)! Não se consegue pousar o livro com tudo o que está sempre a acontecer.

CARLA: Nesta categoria posso referir dois: Harry Potter e todas as sagas/séries interligadas com os Dark Hunters.
JOANA: A série Dark Hunters, da Sherrilyn Kenyon. Apesar de não saber se podemos verdadeiramente incluir os outros universos dela como spin-offs.

CARLA: Eu não consigo pensar nada para esta categoria, por isso, vou deixar em branco.
JOANA: A Culpa é das Estrelas. Eu e os livros para fazer chorar temos uma relação agri-doce, porque até posso gostar deles, mas bolas os finais felizes fazem-me falta. Por isso, quando me foi recomendado ler este livro, pensei que ia gostar mas não adorar....que foi o que aconteceu.

CARLA: Hm... Não há assim nada que eu queira *muito* ler, mas talvez a Rainha Vermelha.
JOANA: A série do Trono de Vidro, da A Rainha Vermelha e A Quimera de Praga. As duas primeiras já li o primeiro livro de cada, e da última tenho o livro mas ainda não o li.

CARLA: Eu sou completamente apaixonada pelas collector's edition de Harry Potter. One day.... One day!
JOANA: Gostava de ter uma colecção toda bonita da série ACOTAR... e talvez de Outlander.

CARLA: The Art of Being Normal de Lisa Williamson, desde que o vi no Goodreads que me apaixonei pela sinopse. QUERO MUITO LER ISTO!
JOANA: The Bone Witch, de Rin Chupeco. Encontrei este livro no NetGalley quando andava à procura de um livro que se enquadrasse nesta categoria e este apareceu de repente e conquistou-me com a sua sinopse e a capa linda!

CARLA: Eu tenho alguns autores que estão na minha lista de autobuy, tais como John Green, Nora Roberts, Sherrilyn Kenyon, Neal Gaiman.
JOANA: Os meus autores automáticos são, entre outros: Sarah J. Maas, Juliet Marillier, Jude Deveraux, Madeline Hunter, Mary Balogh, Sherrilyn Kenyon, Tessa Dare, Sarah MacLean, Loretta Chase, Julia Quinn, Emma Wildes, Eloisa James, e tantos outros...

CARLA: Eu não sou propriamente uma pessoa que fique completamente fixada nos lançamentos de livros. Saem quando saírem. Tenho tantos livros na minha TBR, que tenho sempre com que me entreter. No entanto, tenho alguns queria muito que fossem editados em Português, simplesmente porque quero ter a colecção completa e na mesma língua (uma vez que a maioria acabei por ler em inglês).
JOANA:Vou falar das versões portuguesas, que são as que mais dores de cabeça me dão, porque demoram muito a sair. Os livros da Sherrilyn Kenyon são uns deles, os da Jude Deveraux também demoram a sair por cá... Mas acho que não me posso queixar muito.