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segunda-feira, 25 de maio de 2015

[Livro] Don't Forget to Breathe, de Cathrina Constantine


Título Original: Don't Forget to Breathe
Título em Português: --
Série: --
Autor(a): Cathrina Constantine
Editora: Crushing Hearts and Black Butterfly
Páginas: 265
Data de Publicação: 06 de Fevereiro de 2015

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Sinopse:
Sixteen-year-old Leocadia arrives home from school to find her mom’s bloody body. Unaware that the killer still lingers, she rushes to her mother’s side, only to be grabbed from behind and then everything fades to black.

After a year of retrograde amnesia and battling personal demons, Leo’s dreams are getting worse—she’s starting to remember. More bodies are discovered and they seem to be oddly linked to her mom’s unsolved homicide.

When Leo allows her friend, Henry to drag her into the haunted Lucien Mansion, misty ghosts appear, ghosts that just might lead to her mother’s murderer.

Will Leo let her memories threaten her into a relapse or, will she fight to find her mother’s killer – only to become his next victim?
~ Recebemos este eARC via Nerdy Girl Book Reviews. Thank you! ~

Opinião:
Ontem à noite tive uma insónia daquelas e decidi que a melhor opção era continuar a ler Don’t Forget to Breathe, de Cathrina Constantine. E, obviamente, foi a melhor escolha que poderia ter feito.

Vou tentar não fazer qualquer tipo de spoiler porque isso pode estragar algumas partes da história. E eu não quero que isso aconteça, de todo. Resumindo, Don’t Forget to Breathe é sobre a luta contra o sofrimento de uma rapariga chamada Leocadia depois do homicídio da mãe (com quem eu partilho o dia de aniversário). Quase um ano depois do crime, mais dois rapazes são mortos e a policia pensa que os crimes podem estar relacionados.

Desde a primeira pagina que eu tinha as minhas suspeitas. Algumas acabaram por estarem correctas, mas deixem-me que vos diga que aconteceram coisas que não estava nada à espera. Mas não vou elaborar mais sobre isso porque… spoilers.

Don’t Forget to Breathe é incrivelmente interessante e manteve-me presa à sua história. Saltamos de imediato para o meio da acção. Não há qualquer tipo de “período de acalmia” antes de algo acontecer. Não, o livro começa bem no meio da acção e é sempre abrir até ao final.

Eu gostei imenso da Nona. Mesmo que às vezes ela me parecesse muito estereótipo de rapariga de claque, mas ela foi muito mais do que isso. Ela era a representação da melhor amiga que qualquer rapariga pode pedir. Ela esteve sempre ao lado de Leo, sempre que ela precisava Nona estava lá, independemente do que Leo estivesse a passar. Em relação a Leo tenho uma certa relação de mixed feelings. Ela mostrou-me ser uma rapariga determinada, corajosa o suficiente para nunca parar de procurar pelo culpado da morte da mãe, mesmo quando estava cheia de medo, mas eu não gostei de algumas das atitudes dela. Ela não queria ver algumas verdades que estavam mesmo à frente dela. Odiei Henry desde o início. Ele era enervante, um bully (de certa forma), um stalker e alguém que não é capaz de ouvir um “não”… isso vai para lá do meu limite. Ele via Leo como um objecto e nunca a tratou de outra forma, mesmo quando lhe disse que a amava. Isso não é amor nem aqui nem na China. Eu gostei de Becket, mas não gostei da maneira como ele lidou com toda a situação. As pessoas acusavam Leo de andar metida com dois rapazes ao mesmo tempo (coisa que não aconteceu, de todo), mas ele era o que andava a brincar com a Leo e a Marcy.

A escrita da autora é simples, mas por favor não vejam isso como uma coisa má, antes pelo contrário. Eu não gosto daquelas escritas pomposas que tentam ser mais do que aquilo que realmente são. Eu também não estou a dizer que seja algo mau, apenas que existe um lugar para tudo. Neste caso, conseguimos facilmente criar uma ligação com as personagem e mergulhar na história, como se fossemos fantasmas que conseguios ver, mas que não somos capazes de interferir.

Resumindo, eu gostei bastante do livro. É um livro de leitura rápida; é intrigante, interessante e que consegue manter uma pessoa agarrada à história até ao final. Mistura perfeitamente mistério, romance e um pouco de supernatural. Gostei e adoraria ler mais desta Cathrina Constantine!

E para terminar, adoro a capa... é simples e linda. Acho que não há outro adjectivo. Diga-se que foi uma razões que me levou a pedir este livro.



4 comentários:

  1. Jesus, esta capa faz-me lembrar a "A desconstrução de Mara Dyer", mas não deixa de ser bonita ^^

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    1. É isso! Eu cada vez que olhava para a capa pensava "pareces-me familiar", mas nunca associei logo com a Mara, mas tens razão!

      (Carla)

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  2. Tenho este por ler também! A capa é linda e chamou-me logo :)
    Ainda bem que gostaste, já vou ler mais entusiasmada!

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    1. Foi uma leitura interessante e que surpreendeu. Tem alguns pontos negativos, mas no geral foi bom. Depois, quando o leres, quero saber o que achaste ;)

      (Carla)

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