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sábado, 25 de abril de 2015

[Filme] The Tale of The Princess Kaguya, de Isao Takahata


Título Original: Kaguyahime no monogatari
Título em Inglês: The Tale of The Princess Kaguya
Título em Português: O Conto da Princesa Kaguyahime
Realização: Isao Takahata
Argumento: Isao Takahata & Riko Sakaguchi
Elenco Principal: Aki Asakura, Kengo Kora, Takeo Chii, Nobuko Miyamoto
Ano: 2013 | Duração: 137 mins

Sinopse:
Encontrada dentro de uma cana de bambu brilhante, uma pequena bebé é criada por um velho cortador de bambu e a sua mulher, tornando-se numa jovem bela e requintada, uma verdadeira princesa. Do campo à grande cidade, ela encanta todos os que consigo se cruzam, incluindo cinco pretendentes nobres a quem Kaguya pede missões aparentemente impossíveis, para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Além dos cinco pretendentes, a jovem chama a atenção do próprio Imperador... mas qual será mesmo o destino da Princesa Kaguya?

Opinião:
Sinceramente, não sei o que escrever sobre este filme. Estou algo que num conflito de sentimentos.

The Tale of The Princess Kaguya foi um dos filmes nomeados aos Óscares deste ano para Melhor Filme de Animação, e por essa razão entrou para a minha watchlist de imediato. No entanto, andei a adiar, a adiar, a adiar o seu visionamento porque não me sentia minimamente atraída pela história. Mas ontem finalmente decidi ver.

Um cortador de bambu encontra, um dia, uma menina dentro de um bambu e convencido que se trata de uma divindade, leva-a para casa, e mais a sua mulher, cria-a como se fosse verdadeira filha de ambos. A menina é especial e cresce muito rapidamente, fazendo amigos com as crianças da aldeia e em especial Sutemaru. O cortador de bambu acredita que a menina é uma princesa e por essa razão vai para a capital onde constrói uma mansão e mudam-se para lá. A menina é educada em todos os preceitos para ser uma princesa. Quando atinge a idade, o sacerdote real dá-lhe o nome de Princesa Kaguya, devido à luz e a vida que irradia. Os rumores da sua beleza espalham-se por toda a cidade e vários pretendentes mostram o seu interesse em casar com ela, mas ela não quer casar com alguém que não conhece nem ama e cria uma série de tarefas impossíveis. A luz que Kaguya irradiava começa a esmorecer pela infelicidade que sente, vivendo quase que como reclusa na própria casa sem a liberdade, as gargalhadas e a felicidade que tinha quando vivia nas montanhas.

Tenho a dizer que achei o filme terrivelmente longo, tanto que comecei a ver ontem à noite, mas estava tão cansada que os últimos 45 minutos tive que deixar para ver hoje de manhã. O filme é bonito esteticamente, mas ainda assim, não gostei muito do tipo de animação. Não sei bem explicar, mas não me senti atraída pela arte. É bonito, sim, mas achei que faltava qualquer coisa. Não quero usar o termo “artesanal” como um conceito pejorativo, mas senti que a forma como a animação foi criada, foi um dos pontos que me fez ficar distanciada do filme.

Kaguya é de facto uma menina muito bonita, a história tem uns pontos interessantes que são de valorizar, a banda sonora é também muito boa, mas…

Por essa razão, decidi não dar nenhuma classificação a este filme porque acho que não o conseguiria fazer de forma justa. Gostei do filme, mas ao mesmo tempo não me tocou e esse é um factor que considero sempre relevante.

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